15 de Março, 2018

​Claudio Moreno questiona descaso com prédios da Cultura

Vereador tem feito cobranças desde 2017 e nada foi feito em relação ao Centro Cultural Geraldo Pereira (Matadouro) e Museu Oswaldo Russomano

O vereador Claudio Moreno afirmou, nesta terça-feira (13/3), o seu descontentamento com o descaso em relação ao Centro Cultural Geraldo Pereira (Matadouro) e Museu Oswaldo Russomano. Claudio tem apresentado cobranças sobre a manutenção destes prédios desde novembro de 2017 e até agora nada foi realizado.

“Parece uma odisseia a questão do Centro Cultural Geraldo Pereira (Matadouro)”, iniciou ao exibir imagens do local em 2017. “O Matadouro está assim desde o governo passado [se referiu ao mostrar fotos de vazamentos e acúmulo de água no interior do prédio]. Qualquer atividade que estiver ocorrendo lá, se chover, acaba”, lamentou. Segundo o vereador, a única mudança constatada neste período foi a retirada de uma “árvore” que já crescia na parede externa do local.

Continuando, Claudio comentou também a questão dos quiosques, localizados na Praça Coronel Jacinto Osório (Matadouro), próximos ao centro cultural. “Esses quiosques são uma ‘novela mexicana’. Poder público tem mania de dificultar as coisas. Até agora nada aconteceu. Está tudo deteriorado. Este é um monumento à incompetência da administração pública no Brasil e em Bragança”, contestou. O vereador também exibiu imagens nas quais se vê o abandono e a deterioração das instalações.

Em relação ao Museu Oswaldo Russomano, Claudio explicou que fez uma visita ao prédio também em novembro de 2017. Nas imagens da época via-se infiltração nos papeis de parede, infiltração no andar inferior e cupim. O vereador exibiu imagens atuais, comprovando que a situação piorou. “Além disso, a área de exposição está subutilizada, não dá para usar. Outra coisa nova são as lâmpadas queimadas”, registrou.

Segundo o vereador, em janeiro ele esteve com o prefeito Jesus Chedid fazendo um relato destas questões que estavam sem andamento. “O prefeito me recebeu, orientou sua equipe e marcou um horário para que eu conversasse com o secretário de Cultura e Turismo, Cléber Centini. Se o prefeito determinou que aquela demanda precisa ser atendida, ela realmente precisa ser atendida”, defendeu.

Claudio questionou a falta de agilidade. “Onde eu vou estou sendo questionado, as pessoas cobram. Não sei mais o que fazer. Já falei, documentei. Começo a me preocupar. Se a secretaria de Turismo e Cultura não está preocupada com isso, está preocupada com o que? São prédios históricos, vão deixar que eles caiam?”.

“Acho que se eu renunciasse e fizesse alarde em Facebook eu seria mais ouvido pela Prefeitura. É preciso que alguém abra a cabeça dos secretários municipais para que eles entendam que, nós aqui, fazemos esse trabalho. Quando apresentei esse assunto em novembro na Casa, falei por dez minutos. Não houve uma satisfação do secretário à época”, garantiu.

PAT (Posto de Atendimento do Trabalhador)
Após debater as questões da Cultura, Claudio passou algumas informações sobre o funcionamento do PAT de Bragança. “Os vereadores aqui, na maioria, estão recebendo reclamações do PAT. É importante informar que o posto hoje está com sua capacidade mínima de funcionários. Não tem a equipe toda necessária”, justificou.

Claudio explicou que há um número elevado de atendimentos e que demandam tempo, como casos de seguro desemprego. Segundo ele, a Administração já está ciente deste caso. Por isso deixou uma última cobrança “é o tipo de coisa que faz o Governo apanhar todo dia e não tomaram nenhuma iniciativa até agora. Sugiro a contratação de ao menos quatro funcionários para atuar no PAT”, encerrou.

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