03 de Dezembro, 2020

​Marcus Valle registra assuntos de interesse do munícipio e se despede

Vereador comentou resultados do último pleito municipal

O vereador Marcus Valle se manifestou na 44ª sessão ordinária, realizada nesta terça-feira (1/12), pontuando temas que considera relevantes e que devem estar na mira da Administração e da próxima Legislatura. Além de questões ambientais, outras preocupações foram externadas. Por se tratar da última sessão ordinária do Legislativo, Marcus se despediu dos colegas e comentou o resultado da última eleição municipal.

Cobrança constante na fala do vereador, a necessidade da construção de um centro de convenções para o município voltou a ter destaque. “Insisto nisso, é importante para cidade. Ginásios de esportes não são espaços adequados para realizar determinadas atividades. O centro de convenções atenderia muito melhor a cidade, sem prejudicar o ginásio”, alegou.

As recentes quedas de energia elétrica em diversos bairros também não passaram sem reclamações. “Essas quedas estão passando dos limites em Bragança. A Câmara tem atuado nisso, mas a Prefeitura precisa ser mais enérgica”, cobrou.

O vereador recordou a questão da barragem no Lago do Orfeu. “Já deixei minha posição bem clara. Sou a favor da construção da barragem, mas sem cortar as 48 árvores. Sabemos que o projeto fica mais caro, mas tenho essa posição”, reafirmou.

Outro tema recorrente de Marcus em seu mandato foi a questão de isenções e benefícios para quem possui imóveis tombados ou em APP (Área de Preservação Permanente). “Poderia ser feita legislação, no caso vir do Executivo, para que os imóveis tombados devidamente conservados tenham isenção de IPTU como forma de incentivo. Terrenos que são APP e não podem ser utilizados terem que pagar IPTU me parece um contrassenso, desde que se mantenha preservado”, afirmou. Em relação à retirada de água dos lagos municipais o vereador cobrou que seja realizada fiscalização e aplicação da multa nos casos de irregularidades.

Sobre as eleições municipais, Marcus recordou que já participou de 11 pleitos, perdendo em três ocasiões. “Entrei com 22 anos na política, na época era um combate mais pessoal. Com o tempo vemos que as coisas tem que ser feitas de forma técnica, sem medo e sem ódio. Adversário não é inimigo”, disse. Para os colegas que deixam a Casa, recordou “quem não se elegeu muitas vezes se choca, mas cada eleição é uma história, não tem regra (...) antes havia um estigma de que quem perdeu nunca mais volta, isso não existe mais. Não desanimem, faz parte da democracia. Agradeço a população que sempre me apoiou e deu prestígio”, encerrou.

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