Câmara entrega Lei Orçamentária 2020 para sanção do prefeito
29 de Novembro, 2019
Administração projeta receita de R$ 555 milhões para o próximo ano

Os vereadores da Câmara Municipal de Bragança Paulista realizaram a entrega do projeto de Lei 60/19, que estabelece as receitas e as despesas do município para o próximo ano. O projeto aprovado foi entregue pela presidente Beth Chedid e os vereadores Ditinho Bueno do Asilo, Natanael Ananias e Paulo Mário Arruda de Vasconcellos ao prefeito Jesus Chedid, em ato realizado no Palácio Santo Agostinho, na tarde de quinta-feira (28/11).

Durante o ato, a presidente Beth Chedid falou sobre a tramitação da matéria na Câmara. “Conseguimos devolver o projeto aprovado ao prefeito com uma semana de antecedência do período regimental. Com a peça entregue, a Administração dará início às atividades para a elaboração de políticas públicas com os R$ 555 milhões que deve estima arrecadar no próximo ano”, disse Beth.

O projeto aprovado por unanimidade na Casa a Administração estima a arrecadação de R$ R$ 555.121.552,00, dos quais R$ 165.913.012,00 serão gastos com educação, R$ 143.357.630,00 na saúde, R$ 46.762.500,00 para a Secretaria de Serviços, R$ 20.272.700,00 para a Secretaria de Meio Ambiente, R$ 17.104.210,00 para Cultura e Turismo e R$ 1.585.200,00 na Habitação.

Para o prefeito, a dotação orçamentária aprovada pelos vereadores permite a execução de obras previstas. “É com muita alegria que recebo a Lei Orçamentária de 2020 aprovada, que dá à gestão a certeza de mais um ano de grandes realizações”, manifestou Jesus Chedid.

O líder do Governo na Câmara, o vereador Paulo Mário, falou sobre elaboração da peça. “Para 2020 o município conta com um orçamento muito bem feito, sem superdimensionamento, o que é vedado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo). A Administração realizou várias audiências públicas temáticas, até que o projeto chegasse à Câmara para apreciação dos vereadores, que também realizou duas audiências para ouvir os anseios da população novamente, então acredito que dificilmente serão feitos remanejamentos de verbas no orçamento”, completou.